Ex-nora de Jair Bolsonaro (PSC-RJ) afirma ter sido “laranja” e que tem provas do recebimento de propina paga pela Odebretch.

Via: Blog da manas.

A “ex-nora” do presidenciável Jair Bolsonaro (PSC-RJ), pai do Deputado Eduardo Bolsonaro, quer revelar os segredos do tempo que pertenceu à família. Os indícios podem levar ambos a serem investigados e condenados por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e no caso do filho (Eduardo) também por aborto sem consentimento da gestante, injúria e ameaça.

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Via: Blog da manas.

A “ex-nora” do presidenciável Jair Bolsonaro (PSC-RJ), pai do Deputado Eduardo Bolsonaro, quer revelar os segredos do tempo que pertenceu à família. Os indícios podem levar ambos a serem investigados e condenados por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e no caso do filho (Eduardo) também por aborto sem consentimento da gestante, injúria e ameaça.

Esta semana a modelo, feminista e jornalista Patrícia Lélis, denunciou o seu ex-namorado (3 anos e 8 meses), o Deputado Federal Eduardo Bolsonaro (PSC-SP) à Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (DEAM), por ter sido vítima de injúrias e ameaças através das redes sociais e após sua postagem muitos portais de notícia repercutiram o fato (Veja também UOL).

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Tudo começou quando o “BolsoKid”, como é conhecido pelos internautas fanáticos, cobrou ciúmes através do facebook, pelo fato da ex-namorada ter virado feminista e agora estar frequentando e se portando de forma vulgar em boites LGBT’s acompanhada do seu novo namorado, um médico cubano (relembre o caso aqui e veja os prints).

Em suas postagens Patrícia faz questão de mostrar que hoje é empoderada e “curte” com a situação e recebe apoio incondicional de fãs sobre o “piti” de ciúme dado pelo Deputado.

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Agora surgem novas conversas sérias que podem complicar o futuro da carreira política dos Deputados, especialmente do pré-candidato, Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e elas ganham força e contornos de veracidade quando se vê que parte de uma ex-militante de direita (do mesmo partido do presidenciável) e ex-namorada do seu filho por período de tempo razoável (3 anos e 8 meses) para desfrutar a intimidade familiar dos parlamentares e seu “segredos” na política.

Circula nas redes sociais uma conversa entre Patrícia Lélis com um jornalista não identificado até o momento. Nela Patrícia aparece sugerindo o valor de 50 mil reais (o que não é crime) para apresentar extratos bancários de uma conta de sua titularidade onde teriam sido depositados 2 milhões de reais pela empreiteira Odebreh, que está no centro da Operação Lava-Jato, e que teriam como destinatários os polêmicos Deputados Federais Jair Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro (pai e filho respectivamente).

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O jornalista questiona a modelo sobre a veracidade dos fatos, mas com muita firmeza ela atesta o ocorrido afirmando que não tem condições de ter uma movimentação financeira em sua conta 2 milhões de reais sendo creditados e retirados no mesmo dia. É enfática ao dizer que possui o extrato da movimentação, pois já previa que o fato poderia trazer problemas futuros e pretendia com isso se proteger.

No segundo print o interlocutor questiona Patrícia mais uma vez, agora por achar estranho que o valor tenha sido depositado em sua conta pessoal, mas ela refuta dizendo ter sido usada como “laranja” contra sua vontade e sob ameaça de morte do então namorado, o Deputado Eduardo Bolsonaro (PSC-SP).

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Patrícia, apesar de se identificar como jornalista em suas redes sociais (Facebook), parece estar tendo dificuldades para veicular a informação e pede ao suposto colega de profissão que publique inicialmente sobre os caso de aborto que teria realizado sob ameaças durantes os 3 anos e 8 meses que namorou com o filho do Presidenciável Jair Bolsonaro, alega que não está tendo “espaço” na “Folha” (de São Paulo, possivelmente). Ela quer a notícia como prioridade, pois alega ter sido muito humilhada. Aqui (print 2) diz que o médico Theo Webert (famoso médico das estrelas globais) foi o responsável por fazer o procedimento abortivo. Questionada mais uma vez, ela parece se irritar, e até atribui um termo homofóbico (“viado”) em resposta à pergunta, mas como afirma, parece ter cópia do comprovante da transferência bancária.

As conversas não revelam em sí qualquer prova das propinas certamente recebidas pelos Deputados Federais, mas mostram que está acontecendo uma “negociação” entre jornalistas para obtenção da prova (extrato bancário de 2 milhões) e, aí sim, ocorrer a publicação que virá abalar o mundo político da extrema direita e parece que tem evoluído. Apesar de não sabermos quem é o jornalista que está como interlocutor da jovem feminista, percebe-se que os fatos relacionado ao relacionamento abusivo de 3 anos e 8 meses vivido entre Patrícia e Eduardo (inclusive a tendo forçado a cometer 2 abortos) saíram de pequenos blogs e em 19.07.2017 foram publicadas pelo UOL Notícias (veja aqui), com créditos para o jornalista Lucas Borges Teixeira. Será esse a pessoa misteriosa que trata com Patrícia e que será responsável por trazer essa bombástica revelação em breve? VAMOS AGUARDAR e ver se David conseguirá derrubar a máscara do “Golias”.

Desde que foi expulsa do campo conservador, Patrícia vem se afirmando como importante personalidade do feminismo em razão da sua personalidade de mulher empoderada, travando batalhas importantes contra o machismo de parlamentares que não horam o seu mandato.

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As provas parecem que vão surgir mesmo e os fascista não passarão.

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